(escrito originalmente às dezoito horas e cinquenta e um minutos, de uma sexta feira dia dezasseis de agosto do ano de dois mil e cinco)
os melhores momentos dos meus dias são aqueles em que estou sozinho com os meus pensamentos. em que deambulo pelos meus sonhos. em que se perde a maldade, em que não há bárbaras, ritas, marias ou fernandos a mostrar-me como o mundo pode ser feio, porco e mau. por incrível que pareça, nesses pensamentos sou mais feliz quando me instalo em memórias de noites escuras, de sofrimento espelhado em lágrimas. são tão melhores que estes dias aos quais volto todas as manhãs, onde o sol bate na cara e seca e protege o que devia cair. onde o dia corre e, definitivamente, aos meus ossos não volta o que se sente aos 15 anos (mas eles lembram-se tão bem. e anseiam).
(adenda: nessas noites os meus sentimentos e as minhas emoções, melhores ou piores, eram desgarradas e intensas e coloridas e como eu sempre as desejei. lembro-me quase tão bem, como do resto. mas anseio ainda mais)
os melhores momentos dos meus dias são aqueles em que estou sozinho com os meus pensamentos. em que deambulo pelos meus sonhos. em que se perde a maldade, em que não há bárbaras, ritas, marias ou fernandos a mostrar-me como o mundo pode ser feio, porco e mau. por incrível que pareça, nesses pensamentos sou mais feliz quando me instalo em memórias de noites escuras, de sofrimento espelhado em lágrimas. são tão melhores que estes dias aos quais volto todas as manhãs, onde o sol bate na cara e seca e protege o que devia cair. onde o dia corre e, definitivamente, aos meus ossos não volta o que se sente aos 15 anos (mas eles lembram-se tão bem. e anseiam).
(adenda: nessas noites os meus sentimentos e as minhas emoções, melhores ou piores, eram desgarradas e intensas e coloridas e como eu sempre as desejei. lembro-me quase tão bem, como do resto. mas anseio ainda mais)
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